sábado, 3 de dezembro de 2011
Inversamente proporcional
Enquanto todo mundo começava a fazer uma redação pelos desenvolvimentos e só por último escreviam uma introdução, eu era o inverso e continuo sendo. Numa introdução eu tenho que fazer um apanhado geral sobre o que meu texto irá abordar, mas pra isso eu não preciso desenvolvê-lo antecipadamente. Fazer isso soa pra mim como se eu estivesse querendo viver no futuro ou precisasse saber como o amanhã irá se desenrolar pra saber o que eu quero como ideia principal, como a introdução da minha história. Não quero viver hoje pensando no amanhã, quero estar de corpo e mente no aqui e agora. Dessa forma, amanhã vou ter boas e intensas lembranças dos dias que passaram. Eu tenho noção do que quero pra minha vida, sei o que gostaria de ver escrito na minha introdução. O desenvolvimento disso, eu faço questão de não saber pra não perder a graça e poder usar todas as ótimas caras de "estou surpresa" que eu ainda tenho pra viver.
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